Slime: a mania está longe de acabar

Outro dia o blog Coisa de Criança estava assistindo ao Kids Choice Awards (KCA) e viu o youtuber DJ Khaled mergulhado numa piscina de slime. Literalmente.

Foi quando o blog se deu conta de que a onda do slime está longe de acabar. Possui um lugar cativo no imaginário das crianças e adolescentes. (Aliás, a palavra slime também é usada em inglês como verbo, que em português ficaria como slimificar.) O que parecia ser uma mania passageira, assume novas proporções e é usada em brincadeiras e desafios que hipnotizam as crianças.

A rainha do slime

O YouTube é o canal que os slimers (como este blog gosta de chamar os fazedores de slime) usam para testar os limites da geleca.

A norte-americana Karina Garcia, por exemplo, foi uma das responsáveis por levar a brincadeira a um nível diferente.

Seu canal no YouTube possui cerca de 8,6 milhões de inscritos. Um único post da slimer Karina Garcia, no qual preparou um slime de 45 kg (!), teve 26 milhões de visualizações no YouTube. Ela ficou conhecida como rainha do slime exatamente quando passou a produzir slimes gigantes e a lançar desafios divertidos para outros youtubers e amigos.

Slimers no Brasil

No Brasil, há slimers famosos como Sofia Furlani, cujo canal tem mais de 2 milhões de inscritos. O vídeo em que preparou o que chamou de maior slime do país teve 18 milhões de visualizações.

Tio Lucas é outro slimer brasileiro famoso, com um canal no YouTube que tem mais de um milhão de inscritos. E a proposta dele é bem próxima da de Karina Garcia: apresentar tutoriais, inventar combinações inusitadas e propor brincadeiras que envolvem slime.

A receita do slime

Seja qual for o tamanho da maçaroca, os ingredientes básicos mudam muito pouco.

Normalmente, entram na receita do slime: cola, espuma de barbear, água boricada, corantes, amido de milho e bicarbonato de sódio.

Essa é a base a partir da qual as crianças começam a inventar e a testar os limites da meleca. Variam cores, texturas, volume, cheiro. Para isso, experimentam glitter, isopor, sucos, tintas, lantejoulas e o que mais estiver à mão.

Slime faz bem?

Muitos especialistas consideram a brincadeira terapêutica. Entre as razões para isso mencionam a coordenação motora necessária para manusear a massa, a sensibilidade táctil estimulada pelas diferentes texturas e a imaginação para o preparo.

Além disso, a brincadeira promove a interação entre crianças e adultos, que devem acompanhar as experiências por conta do manuseio de ingredientes tóxicos.

Ingredientes do slime

Muitos dos ingredientes usados para a produção de slime são altamente tóxicos. Por isso, é fundamental que um adulto acompanhe as experiências. Afinal de contas, é tentador misturar elementos inéditos para ver o resultado.

Tudo fica ainda mais complicado com as propostas de slimes comestíveis. Nesses casos, claro, é importante identificar se todos os ingredientes usados são realmente comestíveis.

Mas, além dos riscos associados à ingestão (ou inalação) dos produtos tóxicos, é importante que os adultos observem se os ingredientes do slime não provocam reações alérgicas na criança que está brincando. Produtos como o corante, por exemplo, estão associados a diversos tipos de alergia.

Kits de slime

Para diminuir os riscos das experiências, pode-se optar pelos kits de slime.

Além das quantidades já organizadas e das instruções, os kits, por precisarem do selo do Inmetro para serem comercializados, tendem a ser mais seguros.

Se tiram um pouco da aventura de se conseguir uma receita inovadora, as caixas já organizadas dão mais tranquilidade para os pais.

Na mesma linha, há livros inteiros com receitas variadas. Afinal de contas, não são todas as crianças que gostam de se arriscar nas experiências. E, muito cá entre nós, acertar as quantidades que resulte numa geleca homogênea e que pode ser manipulada prazerosamente não é uma tarefa exatamente fácil. Qualquer um que já tentou sabe disso.

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Você conhece crônica? Escrever crônica não é fácil. É um gênero de texto que exige uma certa intimidade com as palavras e um jeito especial de ver as coisas que acontecem ao nosso redor e, ainda, ter